Quem está no processo sabe que para comprovar a proficiência em francês é obrigatório o envio do Test de Connaissance du Français, o popular TCF. Ele garante pontos no seu processo de imigração se você tirar um B2 (intermediário avançado) ou mais, e conseguir assim 18 preciosos pontos (veja a tabela de pontos aqui).
Já o IELTS não é obrigatório, mas também agrega pontos, mas somente para o aplicante principal. Se você conseguir tirar uma boa nota, consegue até 6 pontos neste quesito, o que pode ajudar bastante!
Se você é como a gente e quer receber o CSQ em casa (casal precisa atingir no mínimo 63 pontos para tal), cada pontinho é bem vindo, ainda mais se a sua profissão não é prioritária. Por isso resolvi prestar o IELTS e o TCF para envio do dossiê!
Abaixo tem algumas informações sobre os exames:

TCF
IELTS
O IELTS exige que você apresente o RG ou passaporte como documentos de identificação, CNH não é válida. O valor do exame é R$500 (ouch!).
Pode ser feito em vários locais. Você pode ver todas as datas aqui.
Como se preparar?
A École Québec tem uma página super legal de como se preparar para o TCF (aqui).
Motivos Para Ir Embora
Temos visto pelos grupos de imigração até um certo desânimo pelos prazos e pelos processos burocráticos todos para os processos provincial e federal. Não podemos julgar ninguém, nós dois somos ansiosos por natureza, e ainda estamos na fase de preparação de envio do dossiê e já estamos com a ansiedade a mil.
Bom, aqui em casa dizemos que todos as insatisfações que nos fazem querer mudar de país vão para uma “pastinha”. Claro que a pastinha não existe fisicamente (precisaríamos de uma biblioteca!), mas sempre que vemos algo que nos indigna, dizemos “coloca na pastinha”, “guarda junto na pastinha”.
Alguns bons exemplos do que estão na nossa pastinha:
A lista é gigante, e poderíamos ficar por horas aqui dizendo aqui tudo que acontece de errado neste país. E não é de hoje, há anos está assim, e piorando a cada dia que passa. É esse futuro que você quer?
O processo tem demorado em média 3 anos. Mas você tem que se perguntar: três anos de angustias para uma vida inteira de tranqüilidade vale a pena? A resposta para essa pergunta está dentro de cada um. Cada caso é um caso, e cada história é uma história, e o que pode ser bom para a gente pode não ser para vocês.
Não queremos desanimar vocês. Longe disso. Queremos que todos pensem em todos os lados antes de dar o primeiro passo rumo à essa decisão. O processo é longo? É. É angustiante? Com certeza. Vale a pena? Isso vai de cada um. Das pessoas que conheci que se jogaram nessa jornada, nenhuma sequer pensou em voltar para cá. Acho que isso quer dizer algo, né?
Boa semana a todos 🙂
